Comunicação & Cidadania

Um espaço para discutir o papel da Comunicação no desenvolvimento social e na consolidação da democracia. Edição: Cristina Sales. TWITTER: Cris__Sales / ORKUT: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=33798239

26/6/07

Por uma comunicação mais democrática

Conferência será o momento culminante das decisões sobre comunicação

25/06/2007 | FNDC

Construir um novo momento nas políticas públicas para as comunicações, democraticamente, e entender que qualquer mudança substancial nas políticas vigentes deve ser feita somente a partir das deliberações da Conferência Nacional de Comunicação. Este é um dos encaminhamentos constantes da Carta Aberta ao Presidente Lula, elaborada a partir do Encontro Nacional de Comunicação, na última semana, em Brasília.

 

Durante dois dias de intensos debates, na última semana, o seminário preparatório para a 1ª Conferência Nacional de Comunicação, promovido pelas comissões de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Direitos Humanos da Câmara; e de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, com a participação de representantes de organizações da sociedade civil, proporcionou uma espaço inédito, no Congresso, de discussões sobre a democratização das comunicações. Construir democraticamente uma Conferência, “para que as políticas em curso, todos os debates em andamento, sejam feitos na expectativa de compor a rede de políticas públicas necessárias”, argumenta Celso Schröder, coordenador-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), acrescentando que essa articulação é necessária para “romper uma lógica caracterizada por interesses particulares, que vem marcando o setor durante décadas, no Brasil”.

 

Leia, a seguir, a carta: POR UMA LEGÍTIMA E DEMOCRÁTICA CONFERÊNCIA NACIONAL DE COMUNICAÇÕES CARTA ABERTA AO PRESIDENTE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

 É notória a importância da comunicação na formação de valores e opiniões, no fomento e na produção das culturas e nas relações de poder. Por isso, a compreensão da comunicação como um direito humano é condição fundamental para que este processo social seja voltado à promoção da emancipação de homens e mulheres, na consolidação de uma efetiva democracia e na construção de um País justo e soberano.

 

No Brasil, ainda há um grande caminho a percorrer para que a comunicação cumpra este papel. O modelo vigente é marcado pela concentração e a hipertrofia dos meios em poucos grupos comerciais, cujas outorgas são obtidas e renovadas sem controle da sociedade e sem critérios transparentes. O predomínio da mídia comercial marca também a fragilidade dos sistemas público e estatal, que só agora estão entrando na pauta de preocupação de Estado com o debate sobre a criação de uma rede pública de televisão.

 

Este quadro vem sendo mantido pela ausência do debate e pela exclusão do interesse público na elaboração e aprovação das políticas públicas e de regulação que organizam a área. Historicamente, as decisões relativas à comunicação no Brasil têm sido tomadas à revelia dos legítimos interesses sociais, quase sempre apoiadas em medidas administrativas e criando situações de fato que terminam por se cristalizarem em situações definitivas.

 

A necessidade de corrigir tais distorções históricas emerge justamente na hora em que a convergência digital torna cada vez mais complexo o processo de produção, difusão e consumo das informações. Frente a isso torna-se urgente a redefinição de um novo e legítimo marco institucional para as comunicações, haja vista que a legislação para as comunicações carecem de revisão seja pela necessidade de sua atualização, seja por falta de regulamentação específica dos princípios constitucionais ou, ainda, por sua inadequação à noção da comunicação como direito humano e social. Isso inclui o debate sobre a comunicação em toda a sua complexidade, envolvendo todos seus setores, bem como a interface destas áreas com a cultura, a educação, a saúde, as tecnologias e a cidadania.

 

Ressaltamos aqui que não se trata apenas da reflexão sobre os meios, a cadeia produtiva e os sistemas, mas sim, das diversas formas pelas quais o conteúdo, enquanto conhecimento, cultura, lazer e informação - inclusive comercial -, são produzidos, difundidos, assimilados e usufruídos pela população. Diante de todos estes pontos, nós, parlamentares, pesquisadores, trabalhadores e representantes dos movimentos sociais e de entidades voltadas à democratização da comunicação, presentes ao Encontro Nacional de Comunicação, convocado pelas comissões de Ciência Tecnologia, Comunicação e Informática e de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, vemos na realização da Conferência Nacional de Comunicações - legítima e democrática - a oportunidade concreta para enfrentarmos este debate.

 

A Conferência Nacional de Comunicações pode constituir um marco histórico de mudança da relação passiva da população com a mídia, significando uma inflexão no histórico de baixa abertura do Estado brasileiro à participação social na elaboração, acompanhamento e avaliação das políticas públicas para o setor. Para que a Conferência cumpra este papel, é fundamental que ela se constitua como processo e inclua, entre outras coisas:

 

- A sua incorporação como compromisso dos poderes da República, especialmente do Executivo Federal com todos seus órgãos relacionados ao setor; bem como o Congresso Nacional, o Judiciário e o Ministério Público;

 - A adoção do princípio da ampla e democrática participação como forma de trazer as contribuições das mais várias representações da sociedade organizada para o debate da Conferência;

 - O mais amplo envolvimento da população através da realização de etapas estaduais e regionais antes da etapa nacional;

 - A inclusão da sociedade civil no processo de organização da Conferência, garantindo inclusive meios materiais para esta participação; e

 - O compromisso de, a partir do debate com métodos democráticos, construir linhas gerais para um novo momento nas políticas públicas para as comunicações; entendendo que qualquer mudança substancial nas políticas vigentes deva ser feita somente a partir das deliberações da Conferência.

 

Tais preceitos não são uma novidade resultante de elaboração deste Encontro Nacional de Comunicação, mas a reafirmação de formatos de construção que vêm marcando a realização das conferências promovidas por este governo. Já no caso da comunicação, estranhamos o anúncio do Ministério das Comunicações sobre a realização de um evento que está sendo chamado de “conferência nacional” já para o mês de agosto de 2007.

 

O caráter sinalizado pelo Minicom contrasta com os procedimentos adotados por este governo em outras conferências, pois inviabiliza a construção democrática e a organização de etapas prévias estaduais e regionais preparatórias que garantam a legitimidade da Conferência Nacional de Comunicações.

 

Esperamos que a coerência e o respeito às experiências relativas às conferências sejam a tônica da construção deste processo no setor da comunicação. Do contrário, este governo corre o risco de promover aparentes processos democráticos enquanto perpetua o alijamento dos cidadãos brasileiros da definição sobre os rumos deste instrumento fundamental à democracia em nosso País.

Encontro Nacional de Comunicação: na luta por democracia e direitos humanos Brasília, 22 de junho de 2007.

Fonte: www.fndc.org.br

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20/6/07

Publicidade comunitária é tema de palestra na UFRJ

O Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária da UFRJ (LECC) promove, nesta quinta-feira, uma palestra sobre o tema "A Publicidade Comunitária", com Patrícia Saldanha.

 

Data: quinta-feira, 21/06/2007

Horário: 15h

Local: LECC, na Escola de Comunicação (UFRJ - Campus da Praia Vermelha).

Endereço: Av. Pateur, 250, fundos, sala 138 - Urca - Rio de Janeiro, RJ.

Telefone: (21) 3873-5078

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14/6/07

Ativismo online: 375 mil vozes chegam ao Itamaraty

BRASíLIA – O Embaixador do Brasil para questões climáticas, diplomata Sérgio Serra, afirmou o compromisso do país em participar de um processo multilateral liderado pela ONU para as negociações do pós-Kyoto. O anúncio foi feito ontem durante a entrega da maior petição sobre o aquecimento global já feita, com mais de 375 mil nomes de todos os cantos do planeta, capitaneada pela Avaaz, ONG internacional de ativismo online.

A petição demanda o comprometimento dos líderes mundiais em reduzir as emissões dos gases causadores do efeito estufa e apóia o estabelecimento, até o fim deste ano, de negociações para um tratado pós-Kyoto. A íntegra do texto está em www.avaaz.org/po/climate_summit .

A cerimônia de entrega aconteceu no Palácio do Itamaraty e contou com a presença da coordenadora da Avaaz no Brasil, Graziela Tanaka e do membro apoiador da Avaaz Kelson Serna. Ao concluir a cerimônia da entrega, o embaixador Sérgio Serra garantiu que a petição será entregue ao Presidente Lula e que a mensagem será levada às negociações internacionais.

"O recebimento da petição demonstra o compromisso do governo brasileiro com o assunto, porém ainda há muito o que fazer", acredita Graziela Tanaka. "O Brasil por causa das queimadas, ainda é o quarto maior emissor de gases poluentes e pouco tem se falado sobre a real ratificação das metas do Kyoto que está próximo de expirar", complementou.

Ao ser questionado sobre esse assunto o embaixador concordou que, internacionalmente, não há um interesse para abordar soluções para o controle de queimadas. "Colocamos uma proposta na reunião em Nairóbi [onde ocorreu uma das Conferências da ONU sobre Mudanças Climáticas ] para compensar países que diminuem o desmatamento", disse o embaixador. "E não basta ter créditos de carbono, eles têm que funcionar para realmente diminuirem as emissões".

A entregra do documento para o Brasil é considerada fundamental pois o país é uma das principais lideranças entre as nações emergentes em um possível novo tratado global com metas de redução de emissões. Além do Brasil, o documento já foi entregue para Alemanha, França e Reino Unido.

"A Avaaz estará em cada encontro internacional em que se discute o clima", garantiu Graziela. "O mundo está olhando cada passo dos políticos nas negociações para solucionar a crise climática. Esperamos um plano audacioso - e vamos cobrar isso".

Curiosidade

Na semana que antecedeu o encontro do G8+5, as assinaturas na petição pularam de 165 mil para 375 mil. O crescimento foi uma reação ao anúncio feito por George W. Bush de que não aceitaria a proposta que a Alemanha estava preparando para ser apresentada durante a reunião das nações mais desenvolvidas.

Sobre a Avaaz

A Avaaz é uma organização de ativismo online que lida com questões de urgência global como mudanças climáticas, pobreza e a crise no Oriente Médio. A missão da Avaaz é fazer uso da Internet para que a opinião pública mundial tenha peso nas decisões políticas internacionais. Lançado em janeiro de 2007, o grupo já conquistou mais de 1 milhão de membros em todo o mundo. "Avaaz" significa "voz" em várias línguas européias, do Oriente Médio e asiáticas.

 

Mais informações: www.AVAAZ.org

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13/6/07

Políticas públicas de comunicação em debate

Será realizado no dia 29 de junho o I Encontro do Emerge (Centro de Pesquisas e Produção em Comunicação e Emergência). O evento vai enfocar temas como processos comunicacionais emergentes e as políticas públicas de comunicação. As atividades incluem mesas de debates com pesquisadores e profissionais ligados à comunicação comunitária, alem de jovens pesquisadores, alunos, integrantes de organizações sociais e ativistas de meios comunitários.

 

O Emerge é um grupo de pesquisa em Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) dedicado à realização de projetos de ensino, pesquisa e extensão e que tem se consolidado como um espaço de fomento de debates, articulações e encontros de grupos e organizações sociais e acadêmicas interessadas em implementar processos comunicacionais em suas atividades. Atualmente, desenvolve o projeto “Comunicações na era digital: a apropriação do processo regulatório pela sociedade civil” e prepara um projeto sobre as rádios comunitárias do Rio de Janeiro.

 

As atividades vão das 10h às 19h, no IACS 2, na rua Tiradentes 148, Ingá, Niterói, Rio de Janeiro. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do encontro www.comunicacao.pro.br/uff/emerge.htm. Outros detalhes podem ser obtidos pelo correio eletrônico acabral@comunicacao.pro.br

Fonte: www.rits.org.br

 

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7/6/07

USP aprova Licenciatura em Educomunicação

A Congregação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo aprovou, no dia 30 de maio, pela unanimidade dos representantes dos funcionários e professores, a primeira Licenciatura em Educomunicação do país. O projeto segue, agora, para a Reitoria para ser examinado pelas comissões da Pró-Reitoria da USP até ser levado à apreciação do Conselho Universitário. A previsão mais otimista é a de que o primeiro vestibular para o novo curso se realize em 2009.

A Licenciatura em Educomunicação destina-se a formar um profissional capaz de atender as demandas por um especialista na interface Comunicação/Educação, tanto no ensino formal (docência e assessoria no ensino formal) quanto nos organismos da sociedade voltados para a análise e o uso da mídia com finalidades educativas (assessoria e coordenação de programas em ONGs, meios de comunicação, centros de tecnologia, entre outros).

O projeto da ECA/USP tem como fundamento o trabalho consolidado dos pesquisadores e professores do Departamento de Comunicações e Artes da USP, assim como as pesquisas e os projetos educomunicativos do Núcleo de Comunicação e Educação, NCE-USP. Segundo foi descrito durante a sessão da Congregação que apreciou o projeto, a ECA/USP conta, hoje, com um acervo de mais de 55 dissertações e teses sobre o tema ou que fazem referência à educomunicação; mantém uma linha de pesquisa sobre o assunto, no programa de pós-graduação em comunicação; tendo atendido, entre 2000 e 2007, mais de 20 mil pessoas nos cursos de extensão e aperfeiçoamento, além de incluir o conceito entre os fundamentos do programa do Curso de Gestão da Comunicação, mantido pelo CCA-CA/USP há 12 anos.

Fonte: http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=643

criado por cristinasales    14:19:48 — Arquivado em: Educomunicação

6/6/07

Visões Periféricas mostra produção das periferias

Pela primeira vez no Rio um festival de cinema é concebido especialmente para reunir o melhor da produção artística da periferia de todo o Brasil, exibindo criações de cineastas oriundos de escolas e oficinas populares de comunicação e cinema de todo o país.

 

O Festival, promovido pelo Observatório de Favelas, tem patrocínio da Petrobras e apoio das Prefeituras do Rio e de Nova Iguaçu, Sesc, Caixa Cultural e Projeto Reperiferia. A Fundação Vale do Rio Doce patrocina o projeto Coletores de Imagem, que integra a mostra não competitiva.

 

O Festival Audiovisual Visões Periféricas, que acontece de 6 a 17 de junho, ocupará a sala de exibição da Caixa Cultural, lonas culturais e pontos emblemáticos da região metropolitana – Central do Brasil, Estação de Barcas de Niterói, Complexos do Alemão e da Maré, Avenida Brasil, Perimetral, Linha Vermelha, escolas públicas e cineclubes.

 

O olhar da periferia

 

Fazem parte da programação do festival uma mostra competitiva principal, variadas mostras paralelas, mesas redondas e intervenções urbanas (projeções) em horários de fluxo intenso, que buscarão fazer do espaço público, hoje reconhecido como espaço de medo, um espaço de contemplação e difusão artística.

 

O objetivo do evento é abrir espaço para que estes artistas, muitos ainda desconhecidos pelo grande público, apresentem seu próprio olhar sobre o cotidiano da periferia e sua poesia, beleza e subjetividade. Apesar de ser a maioria da população, os habitantes das periferias ainda estão à margem de sua própria representação audiovisual, ou seja, são representadas por um olhar alheio a elas, que, na maioria das vezes, reproduz estereótipos onde a carência, a violência ou a falta de perspectiva são os únicos focos.

 

Dos quilombos às metrópoles

 

Com a exibição destes trabalhos, o público da periferia terá a oportunidade de se ver representado, e o público dos grandes centros, por sua vez, poderá rever seu olhar sobre a periferia, muitas vezes marcado pelos estereótipos.

 

As mostras paralelas contemplarão variados segmentos - filmes que focam o território como tema, filmes feitos por realizadores de fora da periferia, a infância na periferia, a terceira idade na periferia, filmes produzidos em oficinas e cursos do Rio de Janeiro.

 

A pluralidade é palavra de ordem – serão exibidos filmes que vão desde trabalhos com índios e quilombolas (projeto Vídeo nas Aldeias-PE) aos mais variados projetos urbanos, como os conhecidos Nós do Morro, Nós do Cinema, Escola Popular de Comunicação Crítica, do Rio de Janeiro, Oficinas Kinoforum, de São Paulo, Associação Imagem Comunitária, de Belo Horizonte, entre muitos outros.

PROGRAMAÇÃO

QUARTA - 6 DE JUNHO _CAIXA Cultural 20h – Sala de Vídeo Sessão de abertura: estréia do Programa “Crônicas Urbanas” _Circo Voador 22h – Festa de Abertura _Escola Livre de Cinema 12h – Sessão “Infância e Periferia”

QUINTA - 7 DE JUNHO _CAIXA Cultural 15h – Sala de Vídeo Mostra “Força Carioca 1” _CAIXA Cultural 16h – Sala de Cinema Debate : “Centro ou Periferia, uma questão de Mídia?” _CAIXA Cultural 19h – Sala de Vídeo Sessão Competitiva 1 _CAIXA Cultural 20:30h – Sala de Vídeo Sessão Competitiva 2

SEXTA - 8 DE JUNHO _CAIXA Cultural 13:30h – Sala de Vídeo Mostra “Periferia Vista Por” _CAIXA Cultural 15h – Sala de Vídeo Mostra “Força Carioca 2” _CAIXA Cultural 16h – Sala de Cinema DEBATE “Rumos após a Formação, Caminhos a Descaminhos de uma Geração” _CAIXA Cultural 19h – Sala de Vídeo Sessão Competitiva 3 _CAIXA Cultural 20:30h – Sala de Vídeo Sessão Competitiva 4 _SESC São Gonçalo 14h – Mostra “Memória e Periferia”

SÁBADO - 9 DE JUNHO _Observatório de Favelas 9h – Encontro de Realizadores e Coordenadores de Projetos de Formação _CAIXA Cultural 15h – Sala de Vídeo Mostra “Memória e Periferia” _CAIXA Cultural 16:30h – Sala de Vídeo Mostra “Infância e Periferia” _CAIXA Cultural 17:30h – Sala de Vídeo Mostra “De onde eu falo” _CAIXA Cultural 19h – Sala de Vídeo Sessão Competitiva 5 _CAIXA Cultural 20:30h – Sala de Vídeo Sessão Competitiva 6

DOMINGO - 10 DE JUNHO _CAIXA Cultural 15h – Sala de Cinema Debate: “Políticas de Audiovisual a partir de grupos de Periferia” _CAIXA Cultural 17:30h – Sala de Cinema Premiação da Mostra Competitiva _CAIXA Cultural 19h – Sala de Vídeo Sessão Premiados

SEGUNDA – 11 DE JUNHO _Central do Brasil 19h – Sessão Sem Tela

TERÇA – 12 DE JUNHO _Central do Brasil 19h – Sessão Sem Tela

QUARTA - 13 DE JUNHO _Nós do Morro 19h - Mostra “Infância e Periferia”

QUINTA – 14 DE JUNHO _Lona de Santa Cruz 19h - Mostra “Infância e Periferia _SESC Madureira 19h - Debate ASCINE/ RJ: "Cineclubes Fora do Eixo"

SEXTA – 15 JUNHO _Complexo do Alemão – Raízes em Movimento 18h - Mostra “Infância e Periferia”, Mostra “Periferia Vista Por”

SÁBADO – 16 DE JUNHO _Av. Brasil (Entre a Passarela 9 E 10) 16h - Intervenção Artística com Imaginário Periférico

DOMINGO – 17 DE JUNHO _Observatório de Favelas 15h – Debate TV Pública 18h – Sessão Coletores de Imagens 19h – Exibição dos Premiados

Confira também programação do Circuito de Cineclubes - ASCINE/ RJ

FESTIVAL AUDIOVISUAL VISÕES PERIFÉRICAS - 6 a 17 de junho de 2007

SESSÃO DE ABERTURA: dia 06 de junho (4ª f), às 20h

LOCAL: CAIXA Cultural ENTRADA FRANCA E ABERTA AO PÚBLICO PARA TODO O EVENTO

CAIXA Cultural: Av. Almirante Barroso, 25 - Centro

Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu: Rua Santos Filho, 87 - Miguel Couto

Sesc São Gonçalo: Av. Pres. Kennedy, 755 - Estrela do Norte

Nós do Morro Casarão: Rua Dr. Olinto Magalhães, 54 - Vidgal

Lona de Santa Cruz: Rua 12 - Praça do Lote, 219 - Guandu

Raízes em movimento: Av. Central, 46 - Morro do Alemão

SESC Madureira: Rua Ewbanck da Câmara, 90

 

Fonte: http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatorio/noticias/noticias/4510.asphttp://www.observatoriodefavelas.org.br/observatorio/noticias/noticias/4510.asp

criado por cristinasales    19:11:37 — Arquivado em: Agenda

Escola de Fotógrafos Populares abre inscrições

A Escola de Fotógrafos populares, do Observatório de Favelas, está com as inscrições abertas para a nova turma até o dia 11 de junho de 2007. A Escola conta com patrocínio da Unesco/ Criança Esperança e oferece curso de formação de um ano em Fotografia, para 40 alunos.

As atividades se iniciam dia 18 de junho. As aulas serão sempre às segundas, terças e sextas-feiras, pela manhã (9 às 13 horas).

Como participar

Para participar, além de ser morador de comunidade, é preciso ter 18 anos ou mais e ter horário disponível para as aulas. Os interessados devem apresentar comprovante de residência e de escolaridade e uma cópia da identidade à sede do Observatório de Favelas (Rua Teixeira Ribeiro, 535, Maré, próximo à passarela 9 da Avenida Brasil – sentido Zona Oeste), até às 17 horas do dia 11.

Mais informações: Observatório de Favelas Rua Teixeira Ribeiro, 535 - Maré Próximo à Passarela 9 da Avenida Brasil imprensa@observatoriodefavelas.org.br (21) 3104 4057 ou 3888 3220 (falar com Michelle)

criado por cristinasales    19:02:23 — Arquivado em: Agenda
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