Comunicação & Cidadania

Um espaço para discutir o papel da Comunicação no desenvolvimento social e na consolidação da democracia. Edição: Cristina Sales. TWITTER: Cris__Sales / ORKUT: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=33798239

30/9/08

Observatório de Favelas está de site novo

Bonito e fácil de navegar, embora ainda incompleto, o novo site do Observatório de Favelas está no ar com a proposta de ser um centro virtual de notícias e produções, de diferentes perfis, sobre comunidades populares, ações socioculturais nesses espaços e políticas públicas urbanas.

O site pretende ser uma fonte de consulta sobre indicadores e dados das favelas e uma plataforma para produções culturais e intelectuais dos espaços populares, contribuindo para compor uma rede nacional e virtual de informações e análise sobre desenvolvimento sustentável, direitos humanos, comunicação e cultura.

Confira:
www.observatoriodefavelas.org.br

criado por cristinasales    21:11:12 — Arquivado em: Sites e Blogs

29/9/08

Jornalismo no Instituto Paulo Freire

O Instituto Paulo Freire, localizado em São Paulo (SP), contrata estudante de Jornalismo para trabalhar tempo integral com pesquisas de dados em sites de outras organizações não-governamentais e de órgãos oficiais, do Brasil e do exterior, e com redação de textos que servirão de base para livros e artigos da área administrativo-financeira no terceiro setor.

Os requisitos são: estar no segundo ano de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo; ter boa redação; facilidade e agilidade em realizar pesquisas; ter interesse em atuar com educação; e afinidade com trabalho em grupo. Currículos devem ser encaminhados, até 3 de outubro, para administrativo_selecao@paulofreire.org

Mais informações: www.paulofreire.org

criado por cristinasales    20:41:49 — Arquivado em: Oportunidades

Estágio no IBio

O Instituto BioAtlântica, no Rio, oferece estágio para estudante de jornalismo ou relações públicas com interesse por questões socioambientais. Desejável que resida e estude nas proximidades de Botafogo, com disponibilidade para viagens, conhecimentos em assessoria de imprensa e em captação de imagens (foto e vídeo). Remuneração compatível com a função e a carga horária de 20 horas semanais.

Enviar currículo, um parágrafo justificando sua contratação (até 500
caracteres com espaço) e um parágrafo sobre o Instituto BioAtlântica e
a restauração florestal (até 500 caracteres com espaço) para
comunicacao@bioatlantica.org.br, com o assunto ‘CV Estágio’, até 10 de
outubro.

Mais informações:
http://www.bioatlantica.org.br/

criado por cristinasales    20:20:24 — Arquivado em: Oportunidades

20/9/08

Ética e Comunicação Governamental

Artigo de Eugênio Bucci no site do FNDC comenta as distorções que vêm se multiplicando na comunicação governamental - contaminada pela lógica do mercado e carente de ética.

Leia na íntegra:
http://www.fndc.org.br/internas.php?p=noticias&cont_key=283856

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13/9/08

Propaganda eleitoral é paga pelos cidadãos

Emissoras recebem R$ 267 milhões ao ano por propaganda partidária

Cristina Charão - Observatório do Direito à Comunicação - 21.08.2008

Para transmitir a propaganda partidária gratuita, as emissoras de rádio e TV recebem da União uma média de R$ 267 milhões por ano. O pagamento sobre o que a legislação do setor, o Código Brasileiro de Telecomunicações (CBT), prevê como uma obrigação dos concessionários de radiodifusão é feito através de compensação fiscal no cálculo do Imposto de Renda. As emissoras descontam do lucro auferido – sobre o qual incide o IR – o valor que ganhariam com a comercialização publicitária regular dos minutos usados para a propaganda eleitoral.

Criada pelo CBT, em 1963, a propaganda eleitoral gratuita respondia basicamente a dois princípios. O primeiro deles é político: com a reserva de espaço para todos os partidos, evita-se que o poder econômico determine quais legendas aparecem ou deixam de aparecer na mídia. O segundo diz respeito ao conceito de concessão pública. A compreensão do legislador à época foi de que é permitido ao Estado, gerente do espaço público concedido, requisitar o uso do rádio e da TV para responder a interesses maiores da sociedade.

Os dois princípios passaram incólumes por três décadas de ditadura, mas o segundo não resistiu à abertura democrática. A primeira previsão legal de ressarcimento às emissoras aparece na Lei 7.508/86, que cria regras para a propaganda eleitoral. O artigo foi vetado, mas, nos anos seguintes, o pagamento às TVs e rádios foi garantido nos regulamentos de cada eleição. Até que a Lei Eleitoral de 1997 tornou a compensação fiscal uma regra perene.

Para Bruno Lupion, jornalista e advogado que estudou a questão do direito de antena no Brasil e em outros países, o conjunto CBT e Lei Eleitoral legaliza algo nada razoável. “Não há razoabilidade no ressarcimento pelo uso de um espaço público”, diz.

A comparação feita por Lupion é ilustrativa: em rodovias concedidas à iniciativa privada, ambulâncias e carros da polícia não pagam pedágio. “A lógica é a mesma. A rodovia segue sendo um espaço público e os veículos que prestam um serviço de interesse da sociedade não pagam para circular ali.”

Pagando por um direito

Lupion explica que o horário eleitoral, apesar de não constar com este nome específico na legislação brasileira, pode ser considerado exercício do direito de antena, que é definido como o direito da sociedade comunicar-se através do espectro eletromagnético. A propaganda gratuita, garantida inclusive pela Constituição como um direito dos partidos políticos, seria uma forma de uso público do espectro com a finalidade de promover a democracia.

Exatamente por responder aos interesses da sociedade e, principalmente, por usar um espaço público, o exercício do direito de antena não deveria gerar ressarcimentos às concessionárias. “O problema é que a sociedade brasileira parte do pressuposto de que o canal de rádio e TV não é nosso, do povo, mas da Globo, do SBT, da Record, da Bandeirantes…”, analisa Lupion.

Ano a ano

A legislação eleitoral não diferencia a propaganda partidária, o espaço que toda legenda tem o direito de solicitar anualmente, da propaganda eleitoral. Assim, mesmo em anos sem eleição, os cofres da União ressentem-se do benefício fiscal concedido às emissoras.

Os valores registrados pela Receita Federal, no entanto, mostram que períodos eleitorais valem muito à pena para as rádios e as TVs. Em 2007, quando as empresas pagaram o imposto devido sobre o lucro de 2006 – ano de eleições presidenciais e estaduais –, o valor dos gastos fiscais associados ao horário eleitoral chegou a quase R$ 471 milhões.

A Receita considera como gastos fiscais o que deixa de ser arrecadado com as políticas de benefício. Para 2008, a previsão é que o gasto com a propaganda eleitoral some cerca de R$ 242 milhões.

Cálculo

Como se pode imaginar pelos números da Receita Federal, a fórmula para calcular a compensação fiscal é generosa com as emissoras. Esta fórmula é regulamentada pelo Ministério da Fazenda através de decreto e, desde a promulgação da Lei Eleitoral, houve apenas pequenos ajustes em relação a procedimentos.

A fórmula prevê uma diferenciação entre o horário eleitoral e as inserções de até 1 minutos que são feitas ao longo das programações.

No caso dos blocos, até 25% do tempo usado pelos partidos pode ser contabilizado pelas emissoras como tempo efetivamente utilizado de publicidade, ou seja, como minutos que a emissora deixou de comercializar por conta da transmissão dos programas políticos. Em ano de eleições, o horário eleitoral é dividido em dois blocos de 30 minutos durante o primeiro turno, o que permite que os radiodifusores ponham na conta 15 minutos por dia.

Já as inserções pontuais podem ser contadas integralmente. Novamente, considerando um primeiro turno de eleições, são mais 30 minutos diários ao longo de 45 dias.

Para transformar estes minutos em reais e chegar ao valor que será subtraído do lucro auferido no ano, a base de cálculo é a tabela comercial da emissora no período em que é feita a veiculação da propaganda partidária. O total de minutos utilizados é multiplicado por 80% do valor de tabela, considerando, inclusive, a variação de preços dos horários de veiculação. As tabelas comerciais são fornecidas pelas emissoras.

Fonte: Observatório do Direito à Comunicação

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Responsabilidade Social no Ar

Rádios e TVs assumem compromisso social

Relatório Social da Agert mostra adesão recorde de emissoras a projetos comunitários assistenciais e ecológicosQuando uma rádio abre o microfone para sensibilizar doadores de sangue ou pedir livros para a biblioteca de uma escola, não faz simplesmente um favor. Trata-se de um papel fundamental dos meios de comunicação: agir em benefício das necessidades da comunidade. O balanço social apresentado ontem pela Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e TV (Agert) mostra que isso está cada vez mais comum.

Segundo o Relatório Social – 2007, apresentado ontem pela entidade, 142 associadas doaram cerca de R$ 40 milhões em mídias para a sociedade gaúcha, por meio de projetos comunitários, assistenciais, culturais, ecológicos, recreativos e de capacitação e sustentabilidade. São espaços em rádios e TVs, nos quais as empresas deixaram de anunciar.

Foi uma adesão recorde desde a criação do relatório, em 2004. O documento mostrou, ainda, os resultados das parcerias firmadas com a sociedade civil, a Justiça Eleitoral, a iniciativa privada e o governo estadual.

Um dos exemplos foi a campanha Revisão do Eleitorado, que incentivou as associadas a reforçarem a importância da participação popular na comprovação do vínculo com o município.

Iniciativa da Agert poderá ser estendida a todo o país

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), esta revisão alcançou comparecimento recorde de 83,6% do eleitorado.
Para o presidente da Agert, Roberto Cervo, conhecido como Melão, é preciso avançar. Apesar da participação ter crescido, ainda deixaram de integrar o relatório cerca de 60% das afiliadas.

– Precisamos trabalhar ainda mais para conquistar a adesão de todas as 296 filiadas. Temos de mobilizar os demais por meio de telefonemas, contatos pessoais, indo atrás – afirmou Cervo.

Para a coordenadora do projeto e vice-presidente de capacitação, Myrna Proença, o Relatório vem mudando a cultura das emissoras e criando consciência social nos colaboradores.

– Desta forma, vai se desenvolvendo uma cultura de responsabilidade social em todos os âmbitos. Este processo assume um dinamismo próprio, conquistando outros parceiros – destacou.

A iniciativa da Agert poderá ser levada a todo o país. Segundo Cervo, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) levará a idéia do relatório para as afiliadas nos demais Estados.

Fonte: Zero Hora – 12/09/08

criado por cristinasales    20:43:03 — Arquivado em: Olho na Mídia

9/9/08

Mapa da Mídia Alternativa

Está disponível no Google Maps um mapa da mídia alternativa no mundo.
O Blog Comunicação & Cidadania já está lá.

Confira:
http://maps.google.fr/maps/ms?ie=UTF8&hl=fr&oe=UTF8&msa=0&msid=112584705072733905782.000455856e71585b474ef

criado por cristinasales    20:31:29 — Arquivado em: Olho na Mídia

2/9/08

Mídia e Políticas Públicas Sociais na USP

Curso visa qualificar estudantes de jornalismo para a abordagem de temas sociais

Pelo terceiro semestre consecutivo, a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) promove, em parceria com a Agência de Notícias dos Direitos da Infância – ANDI, o curso de extensão “Jornalismo e Políticas Públicas Sociais”.

A disciplina pretende estimular o debate sobre o tratamento que a mídia oferece às políticas sociais em geral e às políticas para a infância e adolescência em particular. Para tanto, serão examinados casos concretos de cobertura da mídia brasileira de modo a aprofundar as discussões sobre a qualidade da informação jornalística sobre o assunto, oferecendo, portanto, subsídios para aprimorar o tratamento editorial dispensado ao tema.

Para além da participação de jornalistas e especialistas de diversas áreas – que irão debater os principais aspectos que compõem uma boa cobertura jornalística dessa temática, como questões orçamentárias, direitos humanos, desigualdade e direitos da infância e adolescência –, atividades práticas serão desenvolvidas com o objetivo de promover um maior debate entre os estudantes sobre cada temática abordada.

Os encontros irão acontecer sempre às segundas-feiras, de 29/09 e 01/12 de 2008, no Auditório Freitas Nobre da ECA-USP, das 10h às 13h. A inscrição é gratuita e poderá ser realizada entre os dias 08/09 e 19/09 de 2008, das 09:00 às 16:00, no Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA, localizado na avenida Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo. A carga horária total do curso será de 30 horas.

O curso faz parte das atividades do Programa InFormação, uma realização da ANDI que conta com o apoio do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo. O objetivo do Programa é a qualificação de estudantes de jornalismo na cobertura da agenda social brasileira (http://www.informacao.andi.org.br).

Mais informações:

Telefone: (11) 3091-4058 (Falar com Paulo)
E-mail: politicaspublicas@andi.org.br

Confira abaixo programa completo do curso:

Semana 1 (29/09): Apresentação: Jornalismo e políticas públicas sociais

Semana 2 (06/10): Processos de formulação de políticas públicas sociais.

Semana 3 (13/10): Orçamento e políticas públicas.

Semana 4 (20/10): O processo eleitoral e as políticas públicas

Semana 5 (27/10): A cobertura do impacto das políticas públicas sociais pela mídia brasileira.

Semana 6 (03/11): Pobreza e desigualdade, o problema brasileiro

Semana 7 (10/11): O paradigma dos direitos humanos como orientador da cobertura.

Semana 8 (17/11): O paradigma do desenvolvimento humano como orientador da cobertura.

Semana 9 (24/11): O paradigma dos Direitos da Criança e do Adolescente: a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança e o Estatuto da Criança e do Adolescente

Semana 10 (01/12): Encerramento

InFormação - Programa de Cooperação para Qualificação de Estudantes de Jornalismo
Coordenação de Relações Acadêmicas
ANDI - Agencia de Notícias dos Direitos da Infância
SDS Ed. Boulevard Center, Bl. A, Sl. 106
70391-900 - Brasília - DF - Brasil
Tel: (+55 61) 2102.6535/2102.6537/2102.6547
Fax: (+55 61) 2102.6550
www.andi.org.br

criado por cristinasales    20:51:34 — Arquivado em: Agenda
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